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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Meu filho não faz as atividades



                Um dos problemas mais comuns e difíceis de lidar para uma mãe é a falta de atenção e interesse do filho pelos estudos. Passando por esses problemas surgem inúmeras questões muitas vezes difíceis de serem diagnosticadas e interpretadas principalmente quando não somos qualificadas para tanto.
Será que meu filho tem défcite de atenção?

Será que tem algum tipo de transtorno?
Será que tem problemas de visão?
Será que sofre bullyng na escola?
O que será que acontece com ele?
Ou será que o problema é comigo?
                Essas são umas das questões levantadas por nós mães, desesperadas por uma resposta urgente, o problema é que essa resposta demora a ser respondida e muitas vezes nem são.
Mas o que posso fazer então?
                Uma das resposta é se dedicar mais, dá mais tempo ao filho e exercitar o laço entre os dois, assim você poderá conhecer um pouco mais do seu filho e ele confiará mais em você. Hoje em dia nosso tempo se torna muito curto devido a rotina agitada, cargar horária no serviço e afazeres domésticos, não sobrando tanto tempo em casa para cuidar de forma mais adequada dos nossos filhos, como olhar cadernos, saber como foi o dia, o que aprendeu na escola, o que viu na tv, olhar guarda roupas, etc. Isso faz uma grande diferença, pois a criança se sente segura e protegida e sabe que você está atenta.
                 Pois bem, eu passo por isso com meu filho do meio, nossa que difícil, como fazer para atrair a atenção de uma criança dispersa? Estou fazendo isso que descrevi para vocês, não é fácil, requer tempo e paciência, mas funciona.
                 Mesmo assim levei meu filho a psicóloga, para descobrir o real motivo desse desinteresse sobre os estudos, como iniciei agora a minha pós em neuropsicopedagogia passei por um módulo que fala sobre TDAH e identifiquei o meu filho como possível candidato a ter déficit de atenção, mas são suposições, na verdade é preciso de um estudo mais detalhado quanto a isso.
                 Procurei um psicóloga especialista em crianças, assim fiquei mais segura, a princípio fez uma entrevista sobre minha vida do nascimento ate hoje, este estudo chama-se anamnese, onde a psicologa poderá fazer um estudo sobre minha vida e a vida do meu filho, mas para isso é necessário que os pais participem desse processo, bom o resultado é que meu marido não quer ir de maneira nenhuma, ele faz menção de que psicologo é indício de que você poderá estar desajustado (agora mude essa opinião). A minha anamnese saiu que eu sou louca (brincadeirinha gente), na verdade só fui esta vez, mas me senti impotente, pelo fato de não poder contar com a boa vontade do pai para tal problema, como a psicologa me falou... " Andreza, eu preciso dos pais, para ter uma visão de como é a vida do seu filho, se só tenho você eu acabo tendo uma visão parcial e a minha análise do seu filho pode  sofrer modificações devido a falta de preenchimento de algumas lacunas".
                 Bom, mesmo assim não posso desanimar, afinal meu filho tem apenas nove anos e ainda existe um caminho longo a percorrer com ele.
                 A questão é que, desde que mantive uma rotina de estudos e atenção com ele percebi uma melhora significativa no seu comportamento em casa e na escola, até a professora notou. Percebi que grande parte dos problemas enfrentados pelos filhos é a falta de ausência dos pais no dia a dia, isso mesmo dia a dia, porque se você não tem tempo durante a semana para lhe dar com as situações de rotina de nada adianta querer cobrar do seu filho no final de semana problemas que aconteceram durante toda a semana, se torna cansativo e estressante para os dois, isso faz com que muitas vezes deixemos algumas problemas de comportamento dos filhos de lado no intuito de não se incomodar.
               Na verdade resolvi escrever esse texto para me desabafar, porque sei que muitas mães passam por este problemas e se questionam da mesma forma que me questionam, mas sabemos que cada criança tem seu tempo e nenhum filho igual a outro, e existe uma maneira especial de lidar com cada um deles.

Andreza Melo Menezes
Pedagoga

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