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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Literatura em cordel - Xilogravura


Xilogravura
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Após este procedimento, usa-se um rolo de borracha embebida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações dentro da técnica, como a xilogravura de topo.

domingo, 30 de maio de 2010

Trabalhando com leitura: Alfabetização ( Para mães e Professoras)


Essa atividade eu fiz com o meu filho que tem 06 anos que está no 1º ano do ensino de 09 anos.
Acompanhando as atividades das professoras em sala de aula fiz esses exercícios para ele em
 casa para auxiliá-lo no seu processo de alfabetização;
1ª Etapa: Trabalhando as letras e sílabas
Confeccionei para ele o alfabeto com os quatro tipos de letras e a figura para associação dos sons (Conforme figura 1,2,3,4;
Coloquei ímã para colar na geladeira ou em mural de zinco ou ferro;
O material que utilizei foi reciclável, pequei papelão de cx de sapato e bombom e escrevi com canetinha;
Para cada letra do alfabeto fiz 07  vezes para que pudesse, conforme eu pedisse escrever na geladeira a família das letras, ex:
Família do L, L de Lata, ele teria que verificar qual a letra L e associar com a figura e escrever a família: La Le Li Lo Lu Lão, fiz isso com todas as letras até que senti nele segurança em pronunciar a família, esse processo demorou apenas dois dias, uma hora por dia;
2ª Etapa: Formando as palavras
 As crianças muitas vezes não tem noção e não associam as letras as silabas, e as silabas as palavras, por isso para algumas crianças é preciso trabalhar com material concreto, ou seja, aquele que podemos tocar, sentir.
Por isso, é interessante as crianças verem o processo de "transformação das palavras", com as palavras recortadas ele via o l saindo de um lugar, se juntando com o a e formar o som de lá, e se juntando com o t e mais um a e formar a palavra lata, observe como fiz na figura 5,7,8,9,10.
Trabalhei também só os sons das vogais, juntando a + i = ai
3ª Etapa: Leitura
A etapa 1 e 2 foi bem gostosa para o meu pequeno, era impressionante ver o seu entusiasmo, ele já estava conseguindo juntas as palavras e desenvolvendo a sua escrita;
O resultado não poderia ser melhor, ele melhorou na sala de aula e em casa faz com prazer as atividades de
da "geladeira"
Incentivo:
Para estimular o horário de leitura em casa utilizei o método de incentivo muito conhecido e utilizado pela Super Nanny, fiz 30 estrelinhas com EVA todas elas enumeradas claro de 1 a 30. Com isso trabalho também os numerais e eles tem a noção de quantidade.
Para cada hora e atividade que conseguisse fazer ele ganharia uma estrelinha, coloquei 30 estrelinhas no intuito de conseguir alfabetizá-lo em 1 mês, ou seja, uma hora por dia (Veja figura 6 e 11).
Nossa ele fica super contente no final de cada atividade, e orgulhoso de se mesmo.

Conclusão do processo:
Estou na estrelinha numero 13, meus cálculos não deram certo, pois esperava que ele estivesse lendo as palavras no final das 30 estrelinhas, e ele superou a minha expectativa, já está lendo na estrelinha numero 13. No final das trinta estrelinhas prometi um belo presente.... vou dar-lhe um livro, o que ele escolher!

  
Quis deixar essa experiência aqui para mãe e professoras, para utilizar esse método com seus filhos ou alunos que estão com dificuldade na junção das sílabas e formação das palavras. De antemão desejo a todos sucesso na alfabetização das crianças e deixo também essas sábias palavras de autor desconhecido.

"Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei , quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança"

domingo, 5 de outubro de 2008

Contar Histórias é importante


Historinhas são tão importantes para a criança, quanto a necessidade de brincar.

Compreendendo a criança...
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A professora de jardim de Infância deve contar histórias diariamente. Estas podem ser conhecidas ou novas, dependendo do interesse da turma, sendo que o número de repetições é ilimitado.

A escolha das histórias deve ser feita entre os livros de pouco texto, linguagem simples e com ilustrações grandes e sugestivas, atendendo às diferentes necessidades da turma.

Exemplo: A professora sabe, por informações dos pais, que uma das crianças do grupo tem problemas de alimentação; ela, então, poderá contar uma história do COELHINHO MANHOSO.

No preparo de um plano de trabalho atender-se-á a diferentes itens, dentre os quais:

Horário - Em jardim, com exceção das atividades em que a escola necessita que haja uma coordenação de horário das turmas (lavagem das mãos, merenda, higiene dentária, recreio, repouso), o horário não pode ser rígido.
As atividades deverão surgir do modo mais natural possivel e de acordo com as oportunidades.
A criança não deve sentir que há "hora da história". Para tal a professora deve usar todos os artifícios.

Local e Arrumação - A professora poderá contar a história dentro da sala, no pátio, com as crianças sentadas nos degraus de uma escada, no jardim, etc.
Quanto à arrumação, as crianças deverão ficar de frente para a professora de modo que todas vejam perfeitamente o livro, a professora dramatizando a história ou o material que está sendo usado

Motivação - A criança não deve perceber que a professora deseja contar uma determinada história. Cabe a esta, pondo em jogo toda a sua habilidade, levar o interesse do grupo a um ponto tal que a história venha a ser solicitada pelo mesmo.

Apresentação da História - A professora precisa conhecer bem o texto da história porque ela não deve ler mas sim, contar; e contar com linguagem simples, ao alcance do grupo que a ouve.
A história deve ser contada com o auxílio do material (livro, desenhos no quadro negro, fantoches, gravuras, figuras dos personagens recortadas em cartolina, teatros de sombra e de vara, etc.) porque a criança de jardim precisa de algo concreto para poder seguir a sequência do que lhe está sendo contado.

Durante a história a professora pode, de vez em quando, solicitar a cooperação da criança - por exemplo: "... e agora, diz ela virando a página e mostrando às crianças; Olhem quem vem falar com o cãozinho ... isso mesmo o padeiro."
Este artifício poderá também ser usado quando a professora perceber que houve um momentâneo desinteresse das crianças.


Comentário - Embora a história, para a criança, seja sempre apenas recreativa, a professora não deve deixar escapar esta esplêndida oportunidade de aumentar os conhecimentos do grupo por meio de comentários sobre a mesma.
Para isso, a professora, ao escolher a história, deve prever o que de interessante e útil poderá conversar com as crianças.

Exemplo: Numa história em que um cãozinho fala com pessoas de diferentes profissões, o assunto do comentário pode ser encaminhado para as "profissões" - as da história, outras que as crianças conheçam e algumas que a professora hábilmente lembra.



Fonte: Boletim do Depto de Educação Primária - DF

O que as crianças Aprendem com os livros


O Que as Crianças Aprendem com os Livros Ilustrados?

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Todas as Pesquisas mostram que a leitura para a criança é a coisa simples mais importante, que os pais podem fazer quando se pretende prepará-las para obter êxito em sua futura carreira acadêmica. A leitura em alto o bom tom, ajuda as crianças e entenderem o objetivo da palavra impressa e a construir seu vocabulário. A leitura também prepara a criança para reconhecer e entender as novas palavras, porque ela agora vai saber o que elas significam. Livros de pinturas e gravuras ajudam a criança a se familiarizar com esse processo.
É importante lembrar que estes livros, além de poucas páginas, devem ter ilustrações grandes, coloridas e pouco texto.


Dicas para Atividades:

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0 a 3 anos
Pegue algumas marionetes ou então faça suas próprias usando meias velhas, cola e restos de tecido. Deixe a criança representar uma cena simples ou conversação na história. Dê a ela autonomia total na representação do seu papel, mas ajude-a a usar linguagem e expressões corretas, fazendo perguntas simples tais como, "Por que você está apontando para cima?"
Coloque o livro sobre uma mesa e improvise um jogo da memória. Peça para ela olhar uma ilustração e então para fechar seus olhos. Pergunte então de quantos objetos ou cores da ilustração ela é capaz de lembrar.

Acima de 3 anos e 4 anos
Brinque com ela de "Quem sou eu?". Primeiro leia um livro. Depois, crie um enigma baseado nos objetos e personagens do livro. Por exemplo, imagine que exista no conto um personagem com características como estas que você passaria para ela; "Eu sou um menino. Eu gosto de ajudar as pessoas. Tenho o cabelo ruivo e uma camisa vermelha. Quem sou eu?" Depois de apresentar alguns enigmas, peça para seu filho criar alguns ele mesmo.
À medida que você lê a história com seu filho, escolha um objeto ou pessoa que aparece com freqüência ao longo da trama, e peça que fique prestando a atenção a estes detalhes durante todo o tempo. Peça para ele depois imaginar como a história seria diferente se estes objetos ou pessoas não estivessam no conto.

5 e 6 anos
Crie seu próprio livro de gravuras com as cenas de uma recente viagem de férias, festa de aniversário ou passeio na praia. Pergunte então a sua criança o que o livro significa. Juntos selecione fotografias para ilustrar melhor a história.
Peça a sua criança para lhe dizer o que cada página do livro faz ela sentir quando a vê e porquê. Peça a ela para refletir e analisar como as cores, os personagens, o enrêdo, a sequência, ou outros elementos ajudam no rumo que a história toma.

fonte: http://sitededicas.uol.com.br

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Dicas para trabalhar literatua em sala de aula



Dicas para Atividades:
0 a 3 anos
Pegue algumas marionetes ou então faça suas próprias usando meias velhas, cola e restos de tecido. Deixe a criança representar uma cena simples ou conversação na história. Dê a ela autonomia total na representação do seu papel, mas ajude-a a usar linguagem e expressões corretas, fazendo perguntas simples tais como, "Por que você está apontando para cima?"

Coloque o livro sobre uma mesa e improvise um jogo da memória. Peça para ela olhar uma ilustração e então para fechar seus olhos. Pergunte então de quantos objetos ou cores da ilustração ela é capaz de lembrar.

Acima de 3 anos e 4 anos
Brinque com ela de "Quem sou eu?". Primeiro leia um livro. Depois, crie um enigma baseado nos objetos e personagens do livro. Por exemplo, imagine que exista no conto um personagem com características como estas que você passaria para ela; "Eu sou um menino. Eu gosto de ajudar as pessoas. Tenho o cabelo ruivo e uma camisa vermelha. Quem sou eu?" Depois de apresentar alguns enigmas, peça para seu filho criar alguns ele mesmo.

A medida que você lê a história com seu filho, escolha um objeto ou pessoa que aparece com frequência ao longo da história e peça a ele para ficar prestando a atenção a estes detalhes durante todo o tempo. Peça a ele depois para imaginar como a história seria diferente se estes objetos ou pessoas não estivessam no conto.

5 e 6 anos
Crie seu próprio livro de gravuras com as cenas de uma recente viagem de férias, festa de aniversário ou passeio na praia. Pergunte então a sua criança o que o livro significa. Juntos selecione fotografias para ilustrar melhor a história.
Peça a sua criança para lhe dizer o que cada página do livro faz ela sentir quando a vê e porque. Peça a ela para refletir e analisar como as cores, os personagens, o enrêdo, a sequência, ou outros elementos ajudam no rumo que a história toma.

Site: "Boas idéias para Aprender se Divertindo"

Literatura Infanto Juvenil




O termo literatura em nosso país já está associado com a palavra “fracasso”. Quando falamos em interpretação de texto, aos ouvidos das crianças soa como “obrigação de ler”. A grande maioria das crianças não entendem aquilo que lêem, elas apenas constroem palavras, repetem.
A leitura do texto deve ser mais aprofundada e não superficial, como hoje em dia é, a criança muito antes de responder, interpretar o texto, deve entender o que está lendo, só assim o professor pode tirar do aluno algo que o faça ver como o fator principal para o seu desenvolvimento.
Atualmente as escolas estão sofrendo uma reforma, os educadores buscam novas formas de ensino-aprendizagem, tanto para os seus aluno, quanto para eles próprios.
O estímulo à leitura nas crianças influencia no seu desenvolvimento posterior de leitura, as crianças constroem nas primeiras séries, um conceito de texto e leitura baseado nas práticas escolares, o texto é visto como um conjunto de palavras e sentenças, cujo significado não interessa a leitura, conseqüentemente é tida apenas como decodificação.
As leituras de livros são seguidas de perguntas, porem o professor exige que, nas respostas a criança repita o conteúdo textual. A criança não é encorajada a estender sua compreensão de livros para os outros contextos situacionais ou usar o eu conhecimento do mundo. Isso faz com que a criança se limite a perguntas e respostas, fica tudo mecânico, e ela não consegue desenvolver a sua criatividade.
O acesso à literatura muitas vezes aos níveis sociais da comunidade. As crianças com pais analfabetos ou semi-analfabetos sofrem mais, pois, não tem o estimulo dos pais, ficam distantes dos livros, os pais muitas vezes não podem fazem correção, por não entenderem, ou simplesmente por não terem tempo. Já as crianças com pais alfabetizados têm um estímulo a mais, pois o acesso aos livros fica mais freqüente e mais fácil. O problema do défice da literatura infanto-juvenil é considerado um problema sócio-cultural, mas isso não quer dizer que não pode ser resolvido, não podemos generalizar.
A criança ao ler um texto precisa descobrir o sentimento da leitura, e não os aspectos do texto, quando a criança faz a leitura sem a compreensão do sentido ela tenta adivinhar as palavras, e muitas vezes nem percebe os erros de escrita dentro do texto.
A leitura é uma viagem de fundamentos e encantamentos, é fonte do conhecimento e lazer, desde que seja de boa qualidade, diversificados, atraentes e oferecidos aos jovens leitores sem pressão de forma a seduzi-los para que desejem ler numa linguagem simples e prazerosa. Trazer o texto para a vivencia, a imaginação, a historia, a interlocução de parceiros em sala de aula e fora dela, constitui uma atitude mais benéfica a formação de um futuro e persistente leitor.
Na entrevista feita com professores e alunos captar as mesmas vontades, desejos, emoções e expectativas tanto nos jovens e nos adultos, quantos nas crianças. Todos buscam o mesmo ao abrir um livro para ler. É certo que na maioria das nossas escolas em nossa cidade não tem uma biblioteca, onde os alunos tenham espaço e tranqüilidade para desenvolver a leitura, isso ajudaria consideravelmente, já que quando lemos interagimos com a história, precisamos de um ambiente adequado e estimulador para uma boa leitura. É bem mais fácil ler quando temos os livros em nossas mãos. Em nossa cidade as escolas se empenham para tornar os alunos grandes leitores, fazendo projetos sobre literatura, tentando incentivar ao máximo o gosto pela leitura. Isso acontece não só nas escolas de nível médio, nas creches o incentivo já existe, segundo alguns educadores as crianças que não sabem ler, andar ou até mesmo falar são estimuladas pela música, e gostam de ouvir história, até tentam virar as páginas do livros de histórias.
Ler para elas é uma maneira de colocá-los em contato com a língua escrita e estimular o gosto pela leitura, alem de criar momentos de prazer. As emoções provocadas pela leitura fazem com que os pequenos mais tarde, por volta dos 02 ou 03 anos, comecem a reconhecer situações e trabalhar seus sentimentos, projetando-se nos personagens. Essa é uma oportunidade bastante eficaz de ajudar no desenvolvimento cognitivo, físico e emocional.
Não só as crianças gostam de histórias, os contos de fadas fazem parte das atividades diárias na educação infantil e são exploradas com criatividade pelos professores, não devem ficar restritos aos anos iniciais, deve transpor barreiras e conceitos, de que contos de fadas e histórias infantis servem apenas para crianças. Na adolescência, esse tipo de leitura contribui para a formação dos alunos leitores e críticos. Eles se emocionam e contam fatos significativos vividos em família e proporcionados pela leitura. É um estímulo para os estudos da literatura.

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