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domingo, 30 de março de 2008

Coleção Disqinho

Gente estou colocanto novos links para coleção disquinho! Todos do 4shared!

A Formiga e a Neve
http://www.4shared.com/file/42485078/9f8a7ab6/A_Formiguinha_e_a_Neve.html

A Formiga e a Pomba
http://www.4shared.com/file/42483018/ecbb82ec/A_Formiguinha_e_a_Pomba.html

A Galinha Ruiva
http://www.4shared.com/file/42481777/8518e6f5/A_Galinha_Ruiva.html

A Gata Borralheira (Cinderela)
http://www.4shared.com/file/42477794/25a952cc/A_Gata_Borralheira.html

A Lebre e a Tartaruga
http://www.4shared.com/file/42472296/fab20139/A_Lebre_e_a_Tartaruga.html

A Moura Torta
http://www.4shared.com/file/42468705/e66fe0f5/A_Moura_Torta.html

Aladim e a Lampada Maravilhosa
http://www.4shared.com/file/42462940/974a1c10/Aladim_e_a_Lmpada_Maravilhosa.html

Branca de Neve e os Sete Anões
http://www.4shared.com/file/42445381/a6788d85/Branca_de_Neve_e_os_Sete_Anes.html

O Patinho Feio
http://www.4shared.com/file/42438323/f2d300ee/O_Patinho_Feio.html?dirPwdVerified=3fc2cb56

Os Três Porquinhos
http://www.4shared.com/file/42406207/6135c1a1/Os_Tres_Porquinhos.html?dirPwdVerified=3fc2cb56

Peça de Tetro: João e Maria


Narrador:Era uma vez um menino chamado João e sua irmã Maria, que moravam em uma casa perto da floresta.Um dia, sua mãe pediu que fossem buscar galhos secos para acender o fogo. Não pecisavam trazer muitos, apenas o bastante para acender a lareira.
Mãe:
- Não vão muito longe. Os galhos que temos aqui perto já servem, não vão se perder por aí...
João:
- Pode deixar, mamãe, vamos voltar logo!
Narrador:E lá se foram os dois procurar gravetos secos por ali, entre várias brincadeiras. Não queriam ir longe, mas estavam tão curiosos com a floresta que resolveram arriscar só um pouquinho. Maria teve uma idéia genial: foi marcando todo o caminho, para saber por onde voltar: assim não iriam se perder. E bricaram à vontade.Já estava querendo escurecer quando resolveram voltar. Maria foi logo procurando os pedacinhos de pão que deviam estar marcando o caminho, mas...Os passarinhos que moravam ali estavam achando ótimo aquele lanchinho, e não deixaram nem um miolinho de pão sobrar. Não havia como achar o caminho de volta para casa. A idéia de marcar o caminho tinha sido ótima, mas não com pedacinhos de pão.
Maria:
- Agora estamos os dois com fome e perdidos!Andaram de um lado para outro, mas nada de encontrar o caminho de casa, cada vez mais escuro.
Narrador:
A noite já tinha chegado, quando João teve uma boa idéia:
João:
- Vou subir na árvore mais alta e ver se encontro alguma casa para passarmos a noite.
Narrador:
Maria achou ótimo, pois já estava muito assustada com os ruídos da noite na floresta. E João encontrou alguma coisa:
João:
- Tem uma luz daquele lado! Vamos lá ver!
Narrador:
Os dois correram na direção da luz acesa da casa mais próxima.Ao chegarem, viram uma velhinha que parecia muito boazinha e sorridente.
Bruxa:- Venham cá! Venham, meus amiguinhos. Aqui vão encontrar muita comida gostosa.(os dois estavam morrendo de fome)
Narrador
Então viram a casa de perto:
Maria:- Uuuuau!
Narrador:
As paredes eram de chocolate com castanhas, o telhado era de brigadeiro, as portas de biscoito fresquinho, as janelas de gelatina, tudo enfeitado com caramelo, sorvete e balas coloridas.
Maria: Uhmmm!
Bruxa:
- Comam tudo, meus amiguinhos, é para vocês. Depois podem descansar em camas fofinhas e bem quentinhas. Amanhã acharemos a casa de vocês.
Narrador:
E os dois obedeceram contentes, e acabaram dormindo cansados de um dia tão cheio.Acordaram antes do sol nascer, pensando que estavam na maravilhosa casa de doces. Mas, que nada:A casa tinha desaparecido como se fosse mágica. Em seu lugar havia uma horrível casa de bruxa, com morcegos e tudo.Uma gargalhada terrível vinha da escada, por onde chegou a bruxa malvada com sua coruja:
Bruxa:
- Pensaram que iam escapar, não? Vão ficar presos aqui para sempre, e nunca mais vou deixar que voltem para casa. Ha! Ha! Ha!
Narrador:
A bruxa mandou Maria para a cozinha preparar comida para todos: agora ela era a empregada da casa. Tinha que fazer todo o serviço, se não...Prendeu João numa gaiola e disse:
Bruxa:
- Menino: trate de ficar bem gordinho! Quando estiver pronto, vai virar o meu jantar especial. Ha! Ha! Ha!
Narrador:
Maria foi a primeira a reparar que a bruxa malvada não enxergava bem. Tudo ela trazia bem perto dos olhos para ver direito.Para saber se João estava engordando bem, toda noite chamava o menino e mandava que mostrasse o seu dedinho da mão. Apertava bem, e dizia que ainda estava muito magrinho.
Bruxa:
- Maria! Faça mais comida! Ele tem que engordar. Depressa!Narrador:João, preso na gaiola já nem sentia fome, de tão triste que estava. Queria voltar a ser livre, correr solto com seus amigos e brinquedos. Lembrava bem como isso era bom.Maria tentava encontar uma saída para os dois, enquanto fazia o serviço sem nenhum brinquedo. Tinha saudades de tudo em casa mas, como enganar a bruxa e fugir?
Narrador:
Foi na cozinha que teve uma idéia:Colocou para assar no espeto uma galinha, escondendo um ossinho comprido e bem fininho.Quando levou a comida para João, disse a ele bem baixinho, para a bruxa não escutar:
Maria:
- Esconda este ossinho para fingir que é seu dedo bem magrinho e enganar a bruxa. Ela não enxerga quase nada...
Bruxa:
- Quietos aí! Quem disse que podem conversar?
Narrador:
Desse dia em diante, João sempre mostrava o ossinho para a bruxa apertar quando ela queria saber se ele já estava bem gordinho.Bruxa:- Maria! Esse menino está magro como um palito. Faça mais comida!
Narrador:
E Maria fazia muitas coisas para que os dois ficassem bem fortes para poder fugir.Em toda parte, a menina procurava o lugar onde a bruxa escondia a chave da gaiola, mas não conseguia encontrar.Tudo agora dependia da força de João para fugirem dali.Naquela noite, João se esforçou muito, e acabou conseguindo soltar a grade da gaiola. Tinha ficado bem forte, e a bruxa nem sabia disso.Os dois correram para se esconder na floresta antes que a bruxa acordasse.Na luz do dia, conseguiram achar o caminho de casa, e nunca mais voltaram naquele lado da floresta.
Fim

Alfabeto Ilustrado de "A a Z"



São quatro tipos de letras com as respectivas figuras.
Letra Caixa alta; Letra Manuscrita (de mão) maiúscula e minúscula; Letra impressa.
Alfabeto Ilustrado Com letras coloridas

Alfabeto Ilustrado Com Letras em Preto e Branco (para pintar)

Plano de Aula: O Circo


Fizemos uma apresentação para as crianças da creche, tendo como tema principal "O Circo", foi um show de mágica onde pudemos interagir com as crianças, brincamos com as cores, números, vogais e formas geométricas. Foi muito bom, pois tivemos a atenção e particiação de todas as crianças. Breve postarei o plano de aula aqui, pois este trabalho faz parte do estágio da minha faculdade de Pedagogia, postarei assim que receber a nota!

Obs: As mágicas que fizemos foi todas elas retiradas do site do "X Tudo".

Click para ver o projeto =>O Circo

quinta-feira, 27 de março de 2008

Peça para dia das mães: O Presente da Mamãe

Autoria: Alessandra Mourão
Criança 1 – “O dia da Mães está chegando...”
Criança 2 – “O que nós vamos dar de presente para a mamãe?”
Criança 1 – “Já sei!! Vamos fazer uns doces!!”Entra um grupo de crianças, caracterizadas de doceiros com colher de pau, fôrmas, avental, ao som da música “Planeta Doce”.
Dançam e dramatizam como se estivessem fazendo doces. Uma outra criança com uma bandeja serve brigadeiros às mães. Após a música o grupo sai e as crianças continuam conversando...
Criança 2 – “A mamãe não vai gostar, ela só vive de regime.”
Criança 1 – “Vamos dar uma roupa, então.”
Criança 2 – “Que tal um biquíni?”Entra um outro grupo com trajes de banho, balde e pá, bola, canga, etc, como se estivessem na praia. Toca a música “Biquíni de bolinha amarelinha”.
Criança 1 – “A mamãe já tem muita roupa!”

Criança 2 – “Vamos fazer uma pintura!”Entra um terceiro grupo caracterizados de pintores com telas, pincéis, tintas. Toca a música “ se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel...”Pode entrar algumas crianças de gaivota ou distribuir gaivotas, barquinhos de papel para quem assiste.
Criança 1 – “A gente já faz desenho e pintura o ano todo!”
Criança 2 – “É mesmo! E agora? O que a gente vai dar para a mamãe?”
Narrador:- Pois é, todo ano é a mesma coisa. O que vamos dar para a mamãe? Nós pensamos, pensamos e chegamos a conclusão de que o mais importante é a mamãe ter os filhos junto dela. Mãe que tem a coragem de procurar, pesquisar, mesmo quando assustada. É capaz de recomeçar quantas vezes se fizerem necessárias, dá o passo exato no momento preciso e que prepara os filhos para darem outros passos posteriormente.
Mãe, que tua alegria possa ser a certeza de que deste o melhor de ti mesma, ajudando teus filhos. Mãe que tens no seu coração um amor infinito, que sempre viveu em ti, desde que tomaste seu filho em teus braços pela primeira vez, iniciando-o no caminho da vida.
Os filhos alegres, com saúde, brincalhões, esse é o maior de todos os presentes. E é por isso que esses filhinhos estão aqui hoje, para poder te homenagear nesse dia tão feliz.
Todos cantam uma música para a mamãe.

Chapeuzinho Vermelho - Coleção Disquinho



terça-feira, 11 de março de 2008

Peça para Páscoa - Cenouras Coloridas



Uma história de Páscoa

Narrador – Quando vai chegando a Páscoa, as crianças vão pensando em ovos de chocolate, bombons...

Grupo de crianças faz uma rodinha falando: Queremos ovinhos! Queremos ovinhos!

Narrador – Mas o que ninguém sabe é que os coelhinhos começam a pensar em cenouras coloridas, nessa época.

Grupo de coelhos pulando: Queremos cenoura! Queremos cenoura!

Narrador – Joãozinho era um menino muito esperto e vivia perguntando ao papai:Joãozinho

– Eu vou ganhar muitos ovinhos?

Papai – Claro que sim, Joãozinho.

Narrador – E lá no fundo do bosque o coelho Dudu também vivia perguntando ao papai.

Dudu – Eu vou ganhar muitas cenourinhas?

Papai coelho – Claro que sim, Dudu.

Narrador – No domingo de Páscoa Joãozinho pulou da cama bem cedo, escovou os dentes, tomou café da manhã e rapidinho foi para o jardim procurar os ovos de chocolate que o coelhinho trouxe para ele. Procurou, procurou, procurou e não achou nada.

Enquanto isso, lá no bosque, Dudu também acordou bem cedo, se espreguiçou, escovou seus dentes de coelho, tomou seu café da manhã e foi procurar as cenourinhas que o menino de Páscoa havia deixado pra ele. Procurou, procurou, procurou e nada. Até que de repente os dois se encontraram. E ficaram muito felizes. O menino corria pelo jardim atrás do coelho e o coelho corria no jardim atrás do menino. Os dois se abraçaram e o menino disse:

Joãozinho – Bom dia coelho!

Dudu – Bom dia menino!

Narrador – O menino perguntou pro coelho:

Joãozinho – Ué, você não trouxe os ovos?

Narrador – E o coelho falou pro menino:

Dudu – Ué, você não trouxe as cenouras?

Narrador – E os dois ficaram tristes, indo cada um pra sua casa. Joãozinho chegou em casa, sentou-se no chão e ficou pensativo. Seu pai, vendo aquela tristeza, perguntou:

Papai – O que aconteceu?

Narrador – E o menino contou tudo o que tinha acontecido e no final falou assim:

Joãozinho – Eu fiquei com pena do coelhinho. Ele queria umas cenouras coloridas.Papai – Vamos dar um jeito.
Narrador – Enquanto isso na casa do Dudu, o papai coelho queria saber porque ele estava triste. Dudu contou tudo o que aconteceu para o papai e falou assim:

Dudu – Eu fiquei com pena do menino. Ele queria uns ovinhos de chocolate.

Papai coelho – Vamos dar um jeito.

Narrador: -Então os papais voltaram com cestas cheias. O do Joãozinho voltou com uma cesta cheia de cenouras coloridas e o do Dudu com uma cesta cheia de ovos de chocolate. Joãozinho foi até o jardim e começou a esconder os ovinhos. Tudo com muito cuidado para o coelhinho não ver. Ia ser uma surpresa. Do outro lado do jardim, Dudu escondia os ovos de chocolate, também com muito cuidado para o menino não ver. Ia ser uma surpresa. Eles voltavam pra casa um pouco alegres e um pouco tristes. Um pouco tristes porque não ganharam nada e um pouco alegres porque iam fazer um amigo feliz.. E foi no caminho de volta que viram algo diferente. Primeiro o Joãozinho encontrou.

Joãozinho – Oba! Ovos de chocolate!!

Narrador – Depois foi o Dudu.

Dudu – Oba! Cenourinhas coloridas!Narrador –

Os dois ficaram muito felizes e tiveram uma excelente Páscoa.

Texto extraido: Teatro na Educação, colcaboradora: Alessandra

Projeto Páscoa


ÁREA: Natureza e sociedade

TEMPO: 2 semanas

1 – APRESENTAÇÃO:

O presente projeto, pretende através da realização de uma série de atividades, colocar as crianças em contato, com uma das tradições brasileira, que é a Páscoa, mostrando o verdadeiro significado, sentido espiritual e não o comercial.

2 – JUSTIFICATIVA:

Proporcionar as crianças o entendimento (o vivenciar)o significado da Páscoa.

3–PRODUÇÃO FINAL:

•EXPOSIÇÃO DOS TRABALHOS DAS TURMAS•MOVIMENTO SOCIAL (APRESENTAÇÃO DAS TURMAS)

4–OBJETIVOS TERMINAIS:

•Entender o significado da Páscoa

•Diferenciar o sentido espiritual do comercial

•Propor as boas ações, a solidariedade

5–CONTEÚDOS

1.Conceituais:.Conhecer a origem da Páscoa.Perceber que é muito bom realizar boas ações, e que isto nos faz sermos pessoas melhores

2.Procedimentais:.Dramatização.Confecção de bombons (trabalhar a receita).Memorização de quadrinhas, coro falado, etc.Cantar músicas referentes ao tema.Elaborar textos referentes ao tema.Pesquisas.Sucatas.Confecção de cartazes.Recorte e colagem.dobraduras

3.Atitudinais:.Participação nas atividades propostas.Crítico diante do comércio que envolve a Páscoa.Conscientização da importância do significado da Páscoa em nossa vida.Adquirir o ato das boas ações de forma espontânea e rotineira

6.ETAPAS PREVISTAS:LINGUAGEM ORAL E ESCRITA:.

Levantamento do conhecimento da criança sobre o tema.

Produção de Textos coletivos.

Conversas informais.

Leitura de quadrinhas, poesias.

Escrita espontânea.Leitura de história sobre o tema.

Coro-falado

MATEMÁTICA:.

Cores.

Estatísticas.

Problemas.

Correspondência

ARTES VISUAIS:

•Modelagem

•Desenho e pintura•

Molde vazado•

Recorte e colagem•

Dobradura

MÚSICA:

.Roda cantada

.Música referente ao tema

.Banda

MOVIMENTO:

•Dança

•Pequenos jogos


Bibliografia:COLEÇÃO NANA NENÊ – UMA HISTÓRIA PARA CADA DIAMÊS DE MARÇO E ABRILCOLEÇÃO: O DIA-A-DIA DO PROFESSOR VOLUME 1-4-7


Sugestões e Curiosidades:


Enquanto você espera o coelho, descubra algumas curiosidades sobre essa festa e saiba como ela é comemorada por outros povos do mundo.

A PRIMAVERA ESTÁ CHEGANDO -A Páscoa é uma festa religiosa dos cristãos e comemora a ressureição de Jesus. Mas há muito tempo povos do hemisfério norte festejavam nessa mesma época a chegada da primavera e o renascimento da natureza. Na festa antiga já se usavam símbolos como coelhos e ovos pintados com cores que lembravam o colorido que toma conta do campo na primavera.

BRUXINHAS À SOLTA -Na Suécia e em outros países da Escandinávia, as crianças se vestem de bruxos na Quinta – feira Santa ou na véspera da Páscoa e visitam os vizinhos deixando um cartão e esperando receber algo em troca.

DE TODAS AS CORES -Na Ucrânia, um país da Europa, uma das tradições é pintar ovos de verdade e dar de presente na Páscoa. Eles são chamados de PESSANKAS e suas cores e desenhos têm significados especiais.

OVOS DE COELHO? -Há várias lendas sobre o coelho da Páscoa. Uma história alemã, que chegou à América com os imigrantes, diz que um coelhinho visita as crianças escondendo os ovos coloridos no domingo de Páscoa. Outra lenda conta que uma mulher coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para seus filhos na Páscoa. Quando eles descobriram o ninho, um coelho passou correndo e espalhou – se a história de que ele havia trazido os ovos.

CADÊ O OVO? -Nos Estados Unidos é costume brincar de caça ao ovo de Páscoa: os pais escondem ovos e as crianças têm de encontra-los.

IDÉIA GOSTOSA -Antigamente as pessoas presenteavam com ovos de verdade. A idéia genial de substituir os ovos de galinha pelos de chocolate foi dos vendedores de doces.
OUTRA PÁSCOA - Os judeus comemoram a sua Páscoa entre os meses de março e abril. Ela é chamada de Pessach. São oito dias de festa para celebrar um acontecimento da época dos faraós: a saída dos judeus do Egito, onde viviam como escravos, em busca de um lar. Nesses dias as famílias se reúnem, os pais falam sobre antigas tradições para os filhos e todos comem alimentos feitos de modo especial.


MAS AFINAL QUAL O SIGNIFICADO DOS PRINCIPAIS SIMBOLOS DA PÁSCOA?

COELHO - O coelho é símbolo de fertilidade e se propaga facilmente, como deve se propagar a boa nova da ressureição pelo mundo afora.

OVO - Simboliza a ressurreição, porque dentro dele está uma vida oculta, misteriosa e na iminência de desabrochar, a vida que retorna.CORDEIRO - Simboliza Cristo sacrificado em favor do seu rebanho.

PÃO E VINHO - Simbolizam a vida eterna, o corpo e o sangue de Cristo


Brincadeiras
Corrida de Nariz

Preparação: Divide-se o grupo em times que contenham quatro a cinco crianças cada um. Coloca-se as crianças de cada time em fileira atrás de uma linha de partida. Na frente de cada time deverá haver um ovinho de chocolate para cada criança e distante cerca de 4m um círculo de giz de cerca de 50 cm de diâmetro.

Desenrolar: Iniciando o jogo o primeiro aluno de cada fileira sai e deverá mover um dos ovinhos até o interior do círculo tocando-o com o nariz. Vence a equipe que terminar primeiro com todos os seus ovinhos no interior do círculo.


Caça aos Ovos

Preparação: Pinta-se 15 ovos comuns de várias cores, apenas de um lado (com guache será mais apropriado pois ficará mais vivo). E esconde-se em diversos lugares com a face pintada virada para baixo.

Desenrolar: As crianças terão quinze minutos para procurar os ovos sem tirá-los do lugar. Nesta fase trabalharão individualmente. Após isso, dá-se papel e caneta e forma-se equipes de quatro a cinco alunos. Os grupos terão quinze minutos para enumerar onde estava cada ovo e de que cor ele era. Terminada isso o orientador caminhará com as crianças com estas indicando onde cada um dos ovos se encontra, em cada caso se observará de que cor é o ovo e a equipe que acertou a localização e a cor ganhará um ponto. Vence a quem fizer mais pontos.

Os ovos do Vizinho

Preparação: Divide-se as crianças em dois time. Delimita-se o campo e traça-se uma linha ao meio. Cada equipe ocupará um dos lados. No centro de cada campo desenha-se um círculo de cerca de 1 m de diâmetro e dentro coloca-se quatro ovos para cada time (4 ovos é uma boa medida para 10 a 12 jogadores, existindo mais eles deverão se proporcionalmente aumentados). Desenrolar: As crianças deverão ir até o campo do adversário e lá pegar os ovos para colocá-los no círculo do seu campo. Os ovos deverão ser transportados um de cada vez. Quando um dos jogadores que estiver transportando um ovo for tocado por um adversário ele deverá ficar parado no local até que seja "libertado" pelo toque de um companheiro de seu time. Quando um jogador estiver dentro do círculo seja de que campo for ele não poderá ser tocado. Vence quem conseguir transportar os seus ovos primeiro.


Hop... Hop... COELHINHO

Preparação: As crianças ficam em círculo e um dos jogadores é escolhido para iniciar o jogo. Desenrolar: O jogador escolhido andará em volta do círculo batendo nas costa de cada um dos seus componentes dizendo à cada batida a palavra "hop". Irá prosseguindo assim até que escolherá um jogador e quando bater nas suas costas ele dirá a palavra "coelhinho". Neste momento ele sai correndo e o jogador escolhido sai correndo atrás dele. O primeiro jogador estará a salvo se conseguir alcançar o lugar ocupado pelo seu perseguidor antes que este bata nas suas costas dizendo a palavra "hop" . Se isto acontecer o perseguidor começará novamente o jogo girando em torno do círculo e batendo nas costas de cada elemento dizendo a palavra "hop". Caso o perseguidor consiga "pegar" o outro ele voltará ao seu lugar e a criança "pega" repetirá novamente as açôes para nova rodada do jogo...

ONDE ESTÁ O COELHINHO

Preparação: Este jogo é ideal para o início do dia quando as crianças chegam separadamente. Coloca-se um coelhinho bem pequeno em um lugar discreto, mas visível. Desenrolar:A medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se individualmente que procurem o coelhinho.Cada uma deverá sair na busca mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.


Onde estão os Ovinhos

Preparação: Forme duas equipes com sua turma de alunos. Uma azul e outra vermelha.Esparrame por sua sala de aulas diversos ovinhos pequenos em lugares pouco visível

Desenrolar:A medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se que procurem o ovinhos.Cada uma deverá sair na busca e cada ovinho encontrado é ponto para sua equipe. Ganha a equipe que conseguir mais ovinhos.


A Careta da Cenoura

Preparação: Cada elemento recebe uma rodela de cenoura, que deverá coloca-la no olho, estando com a cabeça inclinada para trás.

Desenrolar: Ao sinal de início do jogo, cada jogador, sem usar as mãos tentará levar a rodela de cenoura até a boca, fazendo movimentos com os olhos, boca e nariz. Cada elemento que conseguir comer a cenoura marcará um ponto.

Idéias para pintar o ovo
1 - As seguintes idéias são para serem feitas com ovo inteiro que depois deverá ser cortado ao meio.

Pintura comum:Para dar colorido ao ovo, dilua corante de bolo em água, mergulhe o ovo e deixe secar. Ele ficará com uma base que poderá ser usada diretamente ou poderá ser combinada com outras técnicas.

Marmorização:Esta técnica é feita aproveitando-se de que o óleo e a água não se misturam. Dilua um corante (pode ser o usado para cozinhar) em um pouco de água. Pingue algumas gotas de óleo de cozinha. Misture levemente e coloque o ovo dentro. Revolva com cuidado o ovo na mistura e retire-o deixando secar.Se desejar, pode-se repetir a operação com outra cor depois que o ovo estiver seco.

Mosaico:Corte algumas etiquetas adesivas em vários pedaços. Utilize, preferencialmente, um ovo que já foi pintado com uma base de uma só cor. Cole os adesivos no ovo da forma que preferir, pinte com um pincel e guache as partes que ficaram expostas. Deixe secar e retire os adesivos.Pintura com esponja:Dilua guache com água em um pires. Pegue uma esponja seca e mergulhe-a na tinta e escorra bem. Bata levemente a esponja no ovo sem espremer. Deixe secar e, se desejar, repita a operação com outra cor.

Pintura com dedos:Utilizando um ovo já pintado com base prepare vários pires com tinta guache diluída em um pouco de água. Peça que as crianças molhem o dedo indicador em uma das cores e que pressione-o posteriormente no seu ovo. Repetindo a operação com cores diversas o resultado será ser interessante.

RECORTES DE FIGURAS:As crianças poderão recortar um desenho que gostaram e colá-lo no ovo. Com um pincel deverão recobrir o ovo com cola passando sobre o desenho e esperar secar.Um efeito semelhante e mais simples de ser feito é colando adesivos.
Conteúdo extraido do orkut, comunidade "Projetos da Educação Infantil"

A Formiguinha e a neve - Coleção Disquinho



domingo, 9 de março de 2008

Peça de Teatro: As Três Borboletas




AS TRÊS BORBOLETAS ( roteiro Chizuco Yogi)
CENA I
( coloque uma música de sua preferência)
Cenário : jardim florido
“pequenas flores”- meninos e meninas sorrindo debruçados no chão, mãos apoiando o queixo. Pernas dobradas para cima, balançando o tempo todo . Em pé , na parte da frente do jardim, três crianças vestidas de flores, uma vermelha, uma amarela e uma azul , balançam-se como se estivessem dançando .

CENA II
Entram saltitando as três crianças vestidas de borboletas, uma vermelha , uma amarela e uma azul, e andam graciosamente entre as flores , parando às vezes para sentir o perfume de cada flor. Andam por um tempo, sorridentes .
De trás do cenário soa o tambor: Tum, tum, tum, tum, tum, tum, tum, tum!
AS BORBOLETAS:
- Nossa ! Ouviram ? Vem um temporal aí !! ( novamente o tambor soa no cenário ) Tum, tum, tum, tum!
BORBOLETA VERMELHA:
- Corram meninas! , corram lá vem a chuva ! ( as crianças correm )

CENA III
Temporal
Entra correndo
- A CHUVA – três meninas
- O RAIO – um menino
- O TROVÃO – um menino
Todos correm em diferentes direções, como que perseguindo as três borboletas. O trovão bate um tambor, dá um grande salto a cada batida forte: Tum, tum, tum, tum, tum, tum!
As crianças que interpretam a chuva correm balançando os braços ao alto. O raio corre , de repente senta-se para descansar e corre novamente .
Assim o temporal continua.

CENA IV
As borboletas voam apavoradas.
BORBOLETA AMARELA:- Amigas, vamos pedir abrigo para uma flor! ( andam , observando todas as flores)
BORBOLETA VERMELHA:- Olhem aquela flor é bem grande, vamos para lá! - “Oh ! Dona Flor Vermelha , pode nos ajudar ? Estamos fugindo do temporal .”
FLOR VERMELHA:- Pobrezinhas ! Posso ajudar sim, mas só a você , que é vermelha como eu. A amarela e a Azul eu não posso ajudar.
BORBOLETA VERMELHA: - Mas eu não posso aceitar. Deixá-las na chuva, nem pensar! Vamos procurar outro lugar. Obrigada. Vamos meninas!
( as três borboletas andam no meio das crianças , que fazem o temporal. Às vezes o Raio e o Trovão sentam-se para descansar, mas recomeçam de repente.)
BORBOLETA AZUL:
- olha aquela flor amarela , vamos para lá! “- Dona Flor Amarela, precisamos de abrigo , estamos ensopadas!”
FLOR AMARELA:
- Dou, sim mas só a você Borboleta Amarela, que é como eu. A vocês duas eu não posso dar.”
FLOR AMARELA:
- Não, assim não! Deixar as minhas amigas na chuva , nem pensar ! Obrigada , dona Flor Amarela.
( as três borboletas voam com dificuldade e cansadas pelo temporal.)
BORBOLETA AZUL:
- Olha uma flor azul , vamos pedir. _ “Oh ! linda Flor Azul! Estamos molhadas e com frio . Pode nos ajudar?
FLOR AZUL:
- Posso sim. Mas só você, que é azul como o céu! As outras não .
BORBOLETAS AZUL:
- Ah, não !! Só eu? E elas na chuva ? Obrigada dona Flor Azul.
( as três borboletas voam durante um tempo e acabam no chão em frente do jardim, uma após a outra. Começam a chorar. O temporal continua.

CENA V
( música suave)
( entra lentamente uma criança vestida de fada, segurando sua varinha mágica. Anda por tempo fazendo evoluções , aproximando-se da três borboletas e toca-as com a varinha.)
AS TRÊS BORBOLETAS :
- Quem é você ?
FADA:
- Eu sou a fada do Jardim . Sei tudo o que aconteceu aqui. Vocês foram amigas de verdade e têm amor no coração. Isso é bom e merecem serem recompensadas.
( a fada eleva a varinha para o alto e fala com firmeza)
FADA:
- Eu ordeno : Pare Trovão! Pare Trovão!
( o Trovão vai diminuindo o volume do tambor e deita-se de bruço no chão.)
FADA:
- Eu ordeno : Desapareça Raio !
( o Raio para de correr e deita-se de bruço no chão.)
FADA :
- Pare Chuva ! Pare chuva !
( as criança que fazem a Chuva vão –se enfraquecendo , abaixando os braços e, lentamente , caem no chão. As três borboletas, surpresas, exclamam:)
AS TRÊS BORBOLETAS:
- Puxa!! A Chuva parou !
FADA :
- E agora que apareça .....o Sol!
( a fada vai andando e fica entre as pequenas flores.)

CENA VII
( Música)
A criança vestida de Sol entra lentamente , majestosa- cabeça erguida, olhar fixo para a frente , braços esticados de cada lado, acima dos ombros e mãos bem abertas. Anda assim pelo jardim e fica parada ao lado das pequenas flores.

CENA VII
( música alegre)
As três borboletas se abraçam e começa a voar felizes pelo jardim.

FINAL.
( todos os personagens enfileram-se na frente da platéia, e agradecem)

FONTE: YOGI, Chizuko. Aprendendo e Brincando com jogos. 2ª edição. Belo Horizonte: ed. FAPI, 2003.
Agradecimentos: A colcaboradora Marga, professora, que se dispôs a me enviar esta maravilhoso texto.

sábado, 8 de março de 2008

O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH)



O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é caracterizado por uma constelação de problemas relacionados com falta de atenção, hiperatividade e impulsividade. Esses problemas resultam de um desenvolvimento não adequado e causam dificuldades na vida diária. O TDAH é um distúrbio bio-psicossocial, isto é, parece haver fortes fatores genéticos, biológicos, sociais e vivenciais que contribuem para a intensidade dos problemas experimentados. Foi comprovado que o TDAH atinge 3% a 5% da população durante toda a vida. Diagnóstico precoce e tratamento adequado podem reduzir drasticamente os conflitos familiares, escolares, comportamentais e psicológicos vividos por essas pessoas. Acredita-se que, através de diagnóstico e tratamento corretos, um grande número dos problemas, como repetência escolar e abandono dos estudos, depressão, distúrbios de comportamento, problemas vocacionais e de relacionamento, bem como abuso de drogas, pode ser adequadamente tratado ou, até mesmo, evitado.
Até há algum tempo atrás, pensava-se que os sintomas do TDAH diminuíam com a adolescência. As pesquisas mostraram que a maioria das crianças com TDAH chega à maturidade com um padrão de problemas muito similar aos da infância e que adultos com TDAH experimentam dificuldades no trabalho, na comunidade e com suas famílias. Também há registros de um número maior de problemas emocionais, incluindo depressão e ansiedade.
Em 1902, pesquisadores descreveram pela primeira vez as características dos problemas de impulsividade, falta de atenção e hiperatividade apresentados por crianças com TDAH. Desde então, o distúrbio foi denominado de várias maneiras, entre elas, Disfunção Cerebral Mínima, Reação Hipercinética da Infância e Distúrbio de Déficit de Atenção. A 4ª edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, atualmente descreve este conjunto de problemas como Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.
O Problema
O TDAH interfere na habilidade da pessoa de manter a atenção - especialmente em tarefas repetitivas - de controlar adequadamente as emoções e o nível de atividade, de enfrentar conseqüências consistentemente e, talvez o mais importante, na habilidade de controle e inibição. Inibição refere-se à capacidade de evitar a expressão de forças poderosas que levam a agir sob o domínio do impulso, de modo a permitir que haja tempo para o autocontrole. As pessoas com TDAH até podem saber o que deve ser feito, mas não conseguem fazer aquilo que sabem devido à inabilidade de realmente poder parar e pensar antes de reagir, não importando o ambiente ou a tarefa.
As características do TDAH aparecem bem cedo para a maioria das pessoas, logo na primeira infância. O distúrbio é caracterizado por comportamentos crônicos, com duração de no mínimo 6 meses, que se instalam definitivamente antes dos 7 anos. Atualmente, 4 subtipos de TDAH foram classificados:
1. TDAH - tipo desatento - a pessoa apresenta, pelo menos, seis das seguintes características:
Não enxerga detalhes ou faz erros por falta de cuidado.
Dificuldade em manter a atenção.
Parece não ouvir.
Dificuldade em seguir instruções.
Dificuldade na organização.
Evita/não gosta de tarefas que exigem um esforço mental prolongado.
Freqüentemente perde os objetos necessários para uma atividade.
Distrai-se com facilidade.
Esquecimento nas atividades diárias.
2. TDAH - tipo hiperativo/impulsivo - é definido se a pessoa apresenta seis das seguintes características:
Inquietação, mexendo as mãos e os pés ou se remexendo na cadeira.
Dificuldade em permanecer sentada.
Corre sem destino ou sobe nas coisas excessivamente (em adultos, há um sentimento subjetivo de inquietação).
Dificuldade em engajar-se numa atividade silenciosamente.
Fala excessivamente.
Responde a perguntas antes delas serem formuladas.
Age como se fosse movida a motor.
Dificuldade em esperar sua vez.
Interrompe e se intromete.
3. TDAH - tipo combinado - é caracterizado pela pessoa que apresenta os dois conjuntos de critérios dos tipos desatento e hiperativo/impulsivo.
4. TDAH - tipo não específico; a pessoa apresenta algumas características mas número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo. Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária.
Na idade escolar, crianças com TDAH apresentam uma maior probabilidade de repetência, evasão escolar, baixo rendimento acadêmico e dificuldades emocionais e de relacionamento social. Supõe-se que os sintomas do TDAH sejam catalisadores, tornando as crianças vulneráveis ao fracasso nas duas áreas mais importantes para um bom desenvolvimento - a escola e o relacionamento com os colegas.
À medida que cresce o conhecimento médico, educacional, psicológico e da comunidade a respeito dos sintomas e dos problemas ocasionados pelo TDAH, um número cada vez maior de pessoas está sendo corretamente identificado, diagnosticado e tratado. Mesmo assim, suspeita-se que um grupo significativo de pessoas com TDAH ainda permanece não identificado ou com diagnóstico incorreto. Seus problemas se intensificam e provocam situações muito difíceis no confronto da vida normal.
O TDAH é com freqüência apresentado, erroneamente, como um tipo específico de problema de aprendizagem. Ao contrário, é um distúrbio de realização. Sabe-se que as crianças com TDAH são capazes de aprender, mas têm dificuldade em se sair bem na escola devido ao impacto que os sintomas do TDAH têm sobre uma boa atuação. Por outro lado, 20% a 30% das crianças com TDAH também apresentam um problema de aprendizagem, o que complica ainda mais a identificação correta e o tratamento adequado. Pessoas que apresentaram sintomas de TDAH na infância demonstraram uma probabilidade maior de desenvolver problemas relacionados com comportamento opositivo desafiador, delinqüência, transtorno de conduta, depressão e ansiedade. Os pesquisadores, no entanto, sugerem que o resultado desastroso apresentado por alguns adolescentes não é uma conseqüência apenas do TDAH mas, antes, uma combinação de TDAH com outros transtornos de comportamento, especialmente nos jovens ligados a atitudes criminosas e abuso de substâncias.
Relatos sobre adultos com TDAH mostram que eles enfrentam problemas sérios de comportamento anti-social, desempenho educacional e profissional pouco satisfatórios, depressão, ansiedade e abuso de substâncias. Infelizmente, muitos adultos de hoje não foram diagnosticados como crianças com TDAH. Cresceram lutando com uma deficiência que, freqüentemente, passou sem diagnóstico, foi mal diagnosticada ou, então, incorretamente tratada.
A maioria dos adultos com TDAH apresenta sintomas muito similares aos apresentados pelas crianças. São freqüentemente inquietos, facilmente distraídos, lutam para conseguir manter o nível de atenção, são impulsivos e impacientes. Suas dificuldades em manejar situações de “stress” levam a grandes demonstrações de emoção. No ambiente de trabalho, é possível que não consigam alcançar boa posição profissional ou status compatível com sua educação familiar ou habilidade intelectual.
Causa
Quando se pensa em TDAH, a responsabilidade sobre a causa geralmente recai sobre toxinas, problemas no desenvolvimento, alimentação, ferimentos ou malformação, problemas familiares e hereditariedade. Já foi sugerido que essas possíveis causas afetam o funcionamento do cérebro e, como tal, o TDAH pode ser considerado um distúrbio funcional do cérebro. Pesquisas mostram diferenças significativas na estrutura e no funcionamento do cérebro de pessoas com TDAH, particularmente nas áreas do hemisfério direito do cérebro, no córtex pré-frontal, gânglios da base, corpo caloso e cerebelo. Esses estudos estruturais e metabólicos, somados a estudos genéticos e sobre a família, bem como a pesquisas sobre reação a drogas, demonstram claramente que o TDAH é um transtorno neurobiológico. Apesar da intensidade dos problemas experimentados pelos portadores do TDAH variar de acordo com suas experiências de vida, está claro que a genética é o fator básico na determinação do aparecimento dos sintomas do TDAH.
Diagnóstico
O diagnóstico do TDAH é um processo de múltiplas facetas. Diversos problemas biológicos e psicológicos podem contribuir para a manifestação de sintomas similares apresentados por pessoas com TDAH. Por exemplo, a falta de atenção é uma das 9 características do processo de depressão. Impulsividade é uma descrição típica de delinqüência.
O diagnóstico de TDAH pede uma avaliação ampla . Não se pode deixar de considerar e avaliar outras causas para o problema, assim, é preciso estar atentos à presença de distúrbios concomitantes (comorbidades). O aspecto mais importante do processo de diagnóstico é um cuidadoso histórico clínico e desenvolvimental. A avaliação do TDAH inclui, freqüentemente, um levantamento do funcionamento intelectual, acadêmico, social e emocional. O exame médico também é importante para esclarecer possíveis causas de sintomas semelhantes aos do TDAH (por exemplo, reação adversa à medicação, problemas de tiróide, etc.) O processo de diagnóstico deve incluir dados recolhidos com professores e outros adultos que, de alguma maneira, interagem de maneira rotineira com a pessoa sendo avaliada. Embora se tenha tornado prática popular testar algumas habilidades como resolução de problemas, trabalhos de computação e outras, a validade dessa prática bem como sua contribuição adicional a um diagnóstico correto continuam a ser analisadas pelos pesquisadores.
No diagnóstico de adultos com TDAH, mais importante ainda é conseguir o histórico cuidadoso da infância, do desempenho acadêmico, dos problemas comportamentais e profissionais. À medida que aumenta o reconhecimento de que o transtorno é permanente durante a vida da pessoa, os métodos e questionários relacionados com o diagnóstico de um adulto com TDAH estão sendo padronizados e se tornando cada vez mais acessíveis.
Tratamento
O tratamento de crianças com TDAH exige um esforço coordenado entre os profissionais das áreas médica, saúde mental e pedagógica, em conjunto com os pais. Esta combinação de tratamentos oferecidos por diversas fontes é denominada de intervenção multidisciplinar. Um tratamento com esse tipo de abordagem inclui:
treinamento dos pais quanto à verdadeira natureza do TDAH e em desenvolvimento de estratégias de controle efetivo do comportamento;
um programa pedagógico adequado;
aconselhamento individual e familiar, quando necessário, para evitar o aumento de conflitos na família;
uso de medicação, quando necessário.
Os medicamentos mais utilizados para o controle dos sintomas do TDAH são os psicoestimulantes; 70% a 80% das crianças e dos adultos com TDAH apresentam uma resposta positiva. Esse tipo de medicamento é considerado “performance enhancer”. Portanto, eles podem, até certo ponto, estimular a performance de todas as pessoas. Mas, em razão do problema específico que apresentam, crianças com TDAH apresentam uma melhora dramática, com redução do comportamento impulsivo e hiperativo e aumento da capacidade de atenção.
O controle do comportamento é uma intervenção importante para crianças com TDAH. O uso eficiente do reforço positivo combinado com punições num modelo denominado “custo de resposta” tem sido uma maneira particularmente bem sucedida de lidar com crianças portadoras do transtorno.
O sucesso na sala de aula freqüentemente exige uma série de intervenções. A maioria das crianças com TDAH pode permanecer na classe normal, com pequenos arranjos na arrumação da sala, utilização de um auxiliar e/ou programas especiais a serem utilizados fora da sala de aula. As crianças com problemas mais sérios exigem salas de aulas especiais.
Os adultos com TDAH apresentam resposta aos estimulantes e outros medicamentos semelhante à das crianças. Eles também podem se beneficiar aprendendo a estruturar seu meio ambiente, desenvolvendo hábitos organizacionais e procurando um aconselhamento profissional. Quando necessário, uma psicoterapia de curto prazo pode ajudar a enfrentar as exigências da vida e os problemas pessoais do momento. Terapias mais prolongadas podem ensinar a mudar comportamentos e a criar estratégias de enfrentamento a pessoas que apresentam uma combinação de TDAH e problemas concomitantes - especialmente depressão.
Aumenta a cada dia o reconhecimento da eficiência dos tratamentos na redução dos sintomas imediatos apresentados por pessoas com TDAH. Os pesquisadores, no entanto, acreditam que somente reduzir os sintomas das crianças com TDAH não traz resultados satisfatórios a longo prazo. Assim, aumenta a consciência de que os fatores que predispõem todas as crianças à uma vida bem sucedida são especialmente importantes para as crianças que apresentam problemas relacionados a distúrbios como o TDAH. Há uma maior aceitação da necessidade de “equilibrar a balança” para as pessoas com TDAH. Portanto, os tratamentos são aplicados para permitir alívio dos sintomas enquanto se trabalha no sentido de assistir a pessoa a construir uma vida bem sucedida. A máxima “tornar as tarefas interessantes e fazer o pagamento valer a pena” parece ser extremamente importante para as pessoas com TDAH.
Pais
Programas de treinamento para pais de crianças com TDAH freqüentemente começam com ampla divulgação de informação. Existe uma grande quantidade de livros, vídeos e fitas disponíveis com dados a respeito do transtorno em si e de estratégias efetivas que podem ser usadas por familiares. A lista que segue revê nove pontos de uma série de estratégias que podem ajudar os pais de crianças portadoras de TDAH (Goldstein e Goldstein, 1998).
1. Aprender o que é TDAH* Os pais devem compreender que, para poder controlar em casa o comportamento resultante do TDAH, é preciso ter um conhecimento correto do distúrbio e suas complicações.
2. Incapacidade de compreensão versus rebeldia* Os pais devem desenvolver a capacidade de distinguir entre problemas que resultam de incapacidade e problemas que resultam de recusa ativa em obedecer ordens. Os primeiros devem ser tratados através da educação e desenvolvimento de habilidades. Os outros são resolvidos de maneira satisfatória através de manipulação das conseqüências.
3. Dar instruções positivas* Pais devem cuidar para que seus pedidos sejam feitos de maneira positiva ao invés de negativa. Uma indicação positiva mostra para a criança o que deve começar a ser feito e evita que ela focalize em parar o que está fazendo.
4. Recompensar* Os pais devem recompensar amplamente o comportamento adequado. Crianças com TDAH exigem respostas imediatas, freqüentes, previsíveis e coerentemente aplicadas ao seu comportamento. Da mesma maneira, necessitam de mais tentativas para aprender corretamente. Quando a criança consegue completar uma tarefa ou realiza alguma coisa corretamente, deve ser recompensada socialmente ou com algo tangível mais freqüentemente que o normal.
5. Escolher as batalhas * Os pais deveriam escolher quando e como gastar suas energias numa batalha, sempre reforçando o positivo, aplicando conseqüências imediatas para comportamentos que não podem se ignorados e usando o sistema de créditos ou pontos. É essencial que os pais estejam sempre um passo a frente.
6. Usar técnicas de “custo de resposta” * Os pais devem entender bem o que seja “custo de resposta”, uma técnica de punição em que se pode perder o que se ganhou.
7. Planejar adequadamente* Os pais devem aprender a reagir aos limites de seu filho de maneira positiva e ativa. Aceitar o diagnóstico de TDAH significa aceitar a necessidade de fazer modificações no ambiente da criança. A rotina deve ser consistente e raramente variar. As regras devem ser dadas de maneira clara e concisa. Atividades ou situações em que já ocorreram problemas devem ser evitadas ou cuidadosamente planejadas.
8. Punir adequadamente * Os pais devem compreender que a punição sozinha não irá reduzir os sintomas de TDAH. Punir deve ser uma atitude diretamente relacionada apenas a um comportamento declaradamente desobediente. No entanto, a punição só trará modificação de comportamento para crianças com TDAH se acompanhada de uma estratégia de controle.
9. Construir ilhas de competência * O que realmente importa para o sucesso dessa criança na vida é o que existe de certo com ela e não o que está errado. Cada vez mais, a área da saúde mental focaliza seu trabalho em aumentar os pontos fortes em vez de tentar diminuir os pontos fracos. Uma das melhores maneiras de criar pontos fortes é uma boa relação dos pais com seu filho.
Escola
Uma sala de aula eficiente para crianças desatentas deve ser organizada e estruturada. A estrutura supõe regras claras, um programa previsível e carteiras separadas. Os prêmios devem ser coerentes e freqüentes. Um programa de reforço baseado em ganho e perda deve ser parte integral do trabalho da classe. A avaliação do professor deve ser freqüente e imediata. Interrupções e pequenos incidentes têm menores conseqüências se ignorados. O material didático deve estar adequado à habilidade da criança. Estratégias cognitivas que facilitam a auto-correção, assim como melhoram o comportamento nas tarefas, devem ser ensinadas. As tarefas devem variar, mas continuar sendo interessantes para os alunos. Os horários de transição, bem como os intervalos e reuniões especiais, devem ser supervisionados. Pais e professores devem manter uma comunicação freqüente. Os professores também precisam estar atentos à qualidade de reforço negativo do seu comportamento. As expectativas devem ser adequadas ao nível de habilidade da criança e deve-se estar preparado para mudanças.
Os professores devem ter conhecimento do conflito incompetência x desobediência, e aprender a discriminar entre os dois tipos de problema. É preciso desenvolver um repertório de intervenções para poder atuar eficientemente no ambiente da sala de aula de uma criança com TDAH. Essas intervenções minimizam o impacto negativo do temperamento da criança. Um segundo repertório de intervenções deve ser desenvolvido para educar e melhorar as habilidades deficientes da criança com TDAH.
Dois livros excelentes para professores em sala de aula, que oferecem uma visão de situação, assunto e intervenções de acordo com os diversos níveis, são: “How to Reach and Teach ADD/ADHD Children”, de Sandra Rief, e “Attention Deficit Disorder: Strategies for School Age Children”, de Clare Jones. O novo texto de George DuPaul e Gary Stoner, “ADHD in the Schools”, é altamente recomendado para supervisores.
Um ótimo manual para estratégias de sala de aula para crianças com TDAH foi recentemente publicado pelo Council for Exceptional Children (Conselho para as Crianças Excepcionais) - “Attention Deficit Disorder: Identification, Programs and Interventions”. O manual foi redigido por Ron Reeve, Ph.D. e seus colegas da Universidade da Virginia, e traz dados bastante atualizados. Informação de como receber esse material nos seguintes endereços:
Council for Exceptional Children1920 Association Drive, Dept. 9945DReston, VA. 22091
ou
Ronald Reeve, Ph.D. Department of School Psychology, University of Virginia405 Emmett Street, Rfner HallCharlottesville, VA. 22903-2495
Sugestões para Intervenções do Professor
Há uma grande variedade de intervenções específicas que o professor pode fazer para ajudar a criança com TDAH a se ajustar melhor à sala de aula:
Proporcionar estrutura, organização e constância (exemplo: sempre a mesma arrumação das cadeiras ou carteiras, programas diários, regras claramente definidas)
Colocar a criança perto de colegas que não o provoquem, perto da mesa do professor, na parte de fora do grupo.
Encorajar freqüentemente, elogiar e ser afetuoso, porque essas crianças desanimam facilmente. Dar responsabilidades que elas possam cumprir faz com que se sintam necessárias e valorizadas. Começar com tarefas simples e gradualmente mudar para mais complexas.
Proporcionar um ambiente acolhedor, demonstrando calor e contato físico de madeira equilibrada e, se possível, fazer os colegas também terem a mesma atitude.
Nunca provocar constrangimento ou menosprezar o aluno.
Proporcionar trabalho de aprendizagem em grupos pequenos e favorecer oportunidades sociais.Grande parte das crianças com TDAH consegue melhores resultados acadêmicos, comportamentais e sociais quando no meio de grupos pequenos.
Comunicar-se com os pais. Geralmente, eles sabem o que funciona melhor para o seu filho.
Ir devagar com o trabalho. Doze tarefas de 5 minutos cada uma traz melhores resultados do que duas tarefas de meia hora. Mudar o ritmo ou o tipo de tarefa com freqüência elimina a necessidade de ficar enfrentando a inabilidade de sustentar a atenção, e isso vai ajudar a auto-percepção.
Favorecer oportunidades para movimentos monitorados, como uma ida à secretaria, levantar para apontar o lápis, levar um bilhete para o professor, regar as plantas ou dar de comer ao mascote da classe.
Adaptar suas expectativas quanto à criança, levando em consideração as deficiências e inabilidades decorrentes do TDAH. Por exemplo, se o aluno tem um tempo de atenção muito curto, não esperar que ele se concentre em apenas uma tarefa durante todo o período da aula.
Recompensar os esforços, a persistência e o comportamento bem sucedido ou bem planejado.
Proporcionar exercícios de consciência e treinamento dos hábitos sociais da comunidade. Avaliação freqüente sobre o impacto do comportamento da criança sobre ela mesma e sobre os outros ajuda bastante.
Favorecer freqüente contato aluno/professor. Isto permite um “controle” extra sobre a criança com TDAH, ajuda-a a começar e continuar a tarefa, permite um auxílio adicional e mais significativo, além de possibilitar oportunidades de reforço positivo e incentivo para um comportamento mais adequado.
Colocar limites claros e objetivos; ter uma atitude disciplinar equilibrada e proporcionar avaliação freqüente, com sugestões concretas e que ajudem a desenvolver um comportamento adequado.
Assegurar que as instruções sejam claras, simples e dadas uma de cada vez, com um mínimo de distrações.
Evitar segregar a criança que talvez precise de um canto isolado com biombo para diminuir o apelo das distrações; fazer do canto um lugar de recompensa para atividades bem feitas em vez de um lugar de castigo.
Desenvolver um repertório de atividades físicas para a turma toda, como exercícios de alongamento ou isométricos.
Estabelecer intervalos previsíveis de períodos sem trabalho que a criança pode ganhar como recompensa por esforço feito. Isso ajuda a aumentar o tempo da atenção concentrada e o controle da impulsividade através de um processo gradual de treinamento.
Reparar se a criança se isola durante situações recreativas barulhentas. Isso pode ser um sinal de dificuldades de coordenação ou auditivas que exigem uma intervenção adicional.
Preparar com antecedência a criança para as novas situações. Ela é muito sensível em relação às suas deficiências e facilmente se assusta ou se desencoraja.
Desenvolver métodos variados utilizando apelos sensoriais diferentes (som, visão, tato) para ser bem sucedido ao ensinar uma criança com TDAH. No entanto, quando as novas experiências envolvem uma miríade de sensações (sons múltiplos, movimentos, emoções ou cores), esse aluno provavelmente irá precisar de tempo extra para completar sua tarefa.
Não ser mártir! Reconhecer os limites da sua tolerância e modificar o programa da criança com TDAH até o ponto de se sentir confortável. O fato de fazer mais do que realmente quer fazer traz ressentimento e frustração.
Permanecer em comunicação constante com o psicólogo ou orientador da escola. Ele é a melhor ligação entre a escola, os pais e o médico.
Prognóstico
Crianças com TDAH estão sujeitas ao fracasso escolar, a dificuldades emocionais e a um desempenho significativamente negativo como adultos quando comparadas a seus colegas. No entanto, a identificação precoce do problema, seguida de tratamento adequado, tem demonstrado que essas crianças podem vencer os obstáculos.
O tópico TDAH provavelmente continuará sendo o mais amplamente pesquisado e debatido nas áreas da saúde mental e desenvolvimento da criança. Coisas novas acontecem a cada dia. O Instituto Nacional de Saúde Mental acaba de completar um estudo multidisciplinar de 5 anos sobre tratamento de TDAH que proporciona uma série de respostas mais abrangentes sobre o diagnóstico, tratamento e desenvolvimento de pessoas portadoras de TDAH. Os estudos sobre genética molecular possivelmente cheguem a identificar o gene relacionado com esse distúrbio.
Com a crescente conscientização e compreensão da comunidade em relação ao impacto significativo que os sintomas do TDAH têm sobre as pessoas e suas famílias, o futuro parece mais promissor.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Projeto e Plano de Aula: Passo a passo


1º Passo: Tema
Escolha um tema geral para a sua aula;
2º Passo: Série ou turma
É preciso ser identificado para saber qual o tipo de atividade poderá ser aplicado para os alunos de acordo com a sua idade e suas dificuldades;
3º Passo: Duração
Nem sempre a duração do plano de aula ou de um projeto tem a duração prevista ou recomendada, pode ser que dure mais ou menos, depende muito do tempo e do processo de andamento de cada atividades e das dificuldades da turma, o importante é que vc consiga chegar ao objetivo principal do seu temo escolhido;
4º Passo: Disciplina
Qual a matéria escolar que está encolvida com o tema;
5º Passo: Objetivos
Como todo projeto e plano de aula, o objetivo é a parte central do trabalho, como o nome já diz, é o objetivo que vc qr alcançar com os seus alunos.
Importante, nesta estapo do processo, você deverá usar verbos no tempo presente, como:
- Desenvolver a ação coletiva;
- Articular o cotidiano com a vida escolar;
- Despertar o impteresse pelo assunto;
- Instigar o trabalho em grupo;
6º Passo: Desenvolvimento
Aqui você vai colocar as suas idéias de como ira desenvolver o tema escolhido, propondo atividades, brincadeiras, jogos, diálogos, como irá utilizar os recursos escolhidos, etc;
7º Passo: Recursos
São materias que vc irá utilizar em sala de aula, como: som, livro didático, lápis de cor, cd, quadro negro, materias rescicláveis, etc;
8º Passo: Avaliação
Avaliar qual o desempenho da criança durante o processo de ensino e arendizagem durante a aula. Qual foi a sua meta? Conseguiu alcançá-la? Avalie o trabalho indivial e o trabalho em grupo, e qual o conhecimento adiquirido por seu aluno durante o projeto.

Observação: Nenhum projeto e nenhum plano de aula é igual ao outro, devemos seguir a exigencia de cada instituição de ensiino, se a sua idéia não deu certo, vale a pena improvisar e melhorar, o importante é sempre produzir conhecimento e auto confiança. Imprevistos fazem parte do cotidiano escolar.

Dicas para Montar um Projeto Escolar




Nos dias de hoje discute-se muito a forma como a educação dita formal (escolar) tem sido estruturada.
Neste contexto, o aluno e o professor possuem um papel muito passivo no processo ensino-aprendizagem, na medida em que não têm a possibilidade de construírem este processo. Conteúdos e formas de apresentação das mesmas já estão pré-estabelecidas. Assim, o processo ensino-aprendizagem perde toda sua magia, deixando de ser significativo e prazeroso,tanto para os alunos como para os professores.A pedagogia de projetos vem nortear as atividades escolares, permitindo um trabalho interdisciplinar, abrangendo as diversas áreas do conhecimento, inserida na realidade e viabilizando múltiplas relações sociais.A função do projeto é favorecer a criação de estratégias para resolverem um problema proposto, testar algumas hipóteses referentes a um determinado tema, pesquisar sobre um assunto eleito pelo grupo, enfim, levar o grupo a buscar o que lhe é significativo.O projeto auxilia os alunos a serem conscientes de seu processo de aprendizagem e exige do professor uma postura flexível, de pesquisador onde os desafios e conflitos o estimulem e não o paralisem. As fontes de pesquisa são as mais diversas: livros, material impresso, vídeos, relatos de exposições culturais, músicas, experimentos...A pesquisadora francesa Josette Jolibert diz que a Pedagogia de Projetos favorece o envolvimento dos alunos como co-autores de sua aprendizagens, possibilitando-lhes fazer escolhas, decidir e se comprometer com suas escolhas, assumir responsabilidades, planejar suas ações, ser sujeito de sua aprendizagem.
Os projetos surgem na relação adulto/criança na medida em que o professor é capaz de atribuir significado à curiosidade despertada por assuntos ou atividades, às perguntas feitas, ao que é necessário ao seu desenvolvimento. No momento em que o professor consegue entender e aprofundar seus conhecimentos nesta proposta de trabalho, terá condições de aventurar-se em infinitas descobertas e perceber o quanto isto é enriquecedor.As etapas da elaboração de um projeto são muito importantes e repletas de descobertas. Para tanto o professor deve se organizar e mapear o que deseja trabalhar. Esse mapeamento deve ser flexível.Roteiro:

- Objeto do conhecimento (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História...)
- Conteúdos específicos - Tema
- Objetivos específicos - O que o professor e os alunos desejam com o projeto.
- Objetivos:
- De vida cotidiana - questões práticas relacionadas com a construção do grupo:- Empreendimento - apoiados em situações reais, nas realizações do grupo;
- Aprendizado - conhecimento relacionado à aprendizagem do grupo.
- Justificativa - O que as crianças possam vir a conhecer.
- Origem do projeto
- Intenção do projeto
- Relação do tema com o grupo, observando as características da idade, tipos de pensamento, relações que estabelecem com o mundo.
- Desenvolvimento - marcos do trabalho, atividades...
- Recursos
- Avaliação - Uma do professor e outra do grupo de alunos- Tempo provável de duraçãoDe acordo com as pesquisas de Jolibert, situações favoráveis para aprendizagem são criadas a partir de um meio propício à discussão, tomada de decisões, reflexões, ações e avaliações contínuas. No momento que o grupo está envolvido pelo seu projeto é como se esse estivesse "vivo", as crianças mais cooperativas buscando estratégias e definindo em conjunto a condução do projeto, permitindo maior autonomia.
Um projeto pode dividir-se em:· Projetos referentes à vida cotidiana: abrangem todas decisões relacionadas à existência, ao funcionamento da vida de um grupo de crianças e adultos na escola.Organização do espaço, tempo, atividades, regras... permitem uma maior organização das crianças deste grupo, oportunizando-as a se expressar, escolher, viver e assumir seus conflitos, compartilhar as responsabilidades, aprender a ouvir os outros, tornarem-se autônomos.·
Projetos empreendimentos: atividades complexas em torno de uma meta definida. São referentes a situações reais, transformando um mero conteúdo escolar em uma necessidade e atividade prática concreta. Essas situações possibilitam aos alunos lidarem com a distribuição de tarefas em um espaço de tempo e efetuarem um processo de avaliação dos resultados obtidos.· Projetos de aprendizado/competência: pôr ao alcance das crianças o conteúdo das instruções oficiais. Portanto, surgem do desejo de tornar os alunos sujeitos de sua aprendizagem. Esses projetos são construídos coletivamente (professor/aluno) a partir da apresentação simplificada do conteúdo curricular. O mesmo decorre dos projetos de vida cotidiana e empreendimento, pois desenvolvem habilidades, destrezas e conteúdos que sustentam a execução dos mesmos.
Durante a execução do projeto, o grupo deverá realizar avaliações contínuas referentes ao relacionamento em grupo, planejamento e suas etapas, execução, envolvimento, responsabilidades e que marcas lhe são significativas em uma etapa do projeto ou mesmo na finalização do mesmo. Esta avaliação pode ser feita através de registros gráficos, relatórios, reflexões orais, painéis...Os registros realizados no decorrer do projeto servem como um importante referencial do que está sendo desenvolvido no momento e para divulgar o trabalho na escola. O projeto é aberto e o envolvimento de mais pessoas com certeza possibilitará muitas trocas e descobertas significativas.
O trabalho com projetos permite que qualquer criança, mesmo as com necessidades educativas especiais, viva com autonomia suas estratégias de aprendizagem e sua vivência num grupo com estruturas envolventes, conflitivas, criativas, responsabilizantes. Permite que as crianças construam sua história de "vida escolar" com entusiasmo, alegria, conflitos, dificuldades e muitas aventuras, permeadas pelo currículo escolar.

* Texto elaborado pela equipe pedagógica do Centro Integrado de Desenvolvimento,CID, escola inclusiva de Porto Alegre.

quarta-feira, 5 de março de 2008

O cabra Cabrez


Estamos preparando um plano de aula, onde faremos uma peça de teatro para ser apresentada na Creche onde trabalho como voluntária, é bem interessante. Esta história eu indico para a semana da páscoa. (reve postarei o plano de aula e fotos)
Para baixar a História: O cabra Cabrez da Coleção Disquinho
1 - Ocasião em que a música foi usada:Páscoa2
- Nome da música (histórias em áudio): O Cabra Cabrez
- Nome do CD / Artista que canta a música:R: Coleção Disquinho
- Descrição detalhada da História:Certa vez um Coelhinho muito branquinho, muito branquinho, acordou, se espreguiçou e disse cheio de alegria:
- Que lindo dia ! Que lindo dia ! Vou colher umas cenouras para fazer o meu caldinho.E assim dizendo ele saiu correndo.Por onde ele passava a bicharada alegre perguntava:
- Onde vais com tanta pressa,Coelhinho bonitinho?
- Vou colher umas cenourasPra fazer o meu caldinho!E assim, tempos depois, o Coelho voltou todo feliz carregado de cenouras até a ponta do nariz.Mas quando tentou entrar em sua toquinha...Vejam só o que encontrou:
- Beeé, Beeé.Bem lá no fundo brilhando estavam dois grandes olhos espiando para fora muito espantados.- Beeé, Beeé.Era o Cabra Cabrez, que lá estava de olhos arregalados.
- EU SOU O CABRA CABREZ VAI EMBORA COELHINHO, QUE DE UM EU FAÇO TRÊS.
- Aí, que susto, que perigo e agora ? Como é que eu vou entrar na minha toquinha ? Ahh, já sei, vou chamar um amigo para me ajudar.O coelhinho muito aflito chamou o Cabrito e o Cabrito foi chegando e foi berrando:
- Meeé, Meeé !Mas, o Cabra Cabrez, nem se assustou e ainda berrou:
- EU SOU O CABRA CABREZ VAI EMBORA CABRITINHO, QUE DE UM EU FAÇO TRÊS.E o Cabritinho saiu correndo, tremendo, tremendo, de medo.Mas, o Coelhinho não desanimou, ele foi bem devagarinho e chamou o Boi. O Boizinho veio e mugiu, mugiu:
- Muuú, Muuú !Mas, o Cabra Cabrez nem ouviu e ainda berrou:
- EU SOU O CABRA CABREZ VAI EMBORA SEU BOIZINHO, QUE DE UM EU FAÇO TRÊS.E o Boizinho saiu correndo, tremendo, tremendo de medo.Coitado do Coelhinho, muito assustado entrou pelo mato e foi chamar o Gato.E o Gatinho foi chegando e foi miando:
- Miau, Miau !
Mas o Cabra Cabrez nem se assustou e ainda berrou:
- EU SOU O CABRA CABREZ VAI EMBORA SEU GATINHO, QUE DE UM EU FAÇO TRÊS.E o Gatinho saiu correndo, tremendo, tremendo de medo.E o Coelhinho cada vez mais assustado subiu o morro e chamou o cachorro.
E o Cachorrinho chegou latiu e latiu:
- Au, Au !
Mas o Cabra Cabrez nem ouviu e ainda berrou:
- EU SOU O CABRA CABREZ VAI EMBORA CACHORRINHO, QUE DE UM EU FAÇO TRÊS.E o Cachorrinho saiu correndo, tremendo, tremendo de medo.
Coitadinho do Coelhinho desanimado começou a chorar:
- Ai, Ai, Ai, eu não posso mais entrar na minha toquinha, ai como eu sou infeliz, como eu sou.
Porém, nesse momento, um Mosquitinho bem pequenininho pousou na ponta do seu nariz e fez:
- Zum, Zum ! Não chore Coelhinho eu vou tirar o Cabra Cabrez de sua toca.- Você um Mosquitinho, tão pequenininho, não pode ser.
- Pode sim, você vai ver.
E assim dizendo o Mosquitinho foi bem devagarinho e entrou de uma vez lá no fundo do ouvido do Cabra Cabrez e começou a fazer:
- Zum, Zum, Zum!
E o Cabra Cabrez começou a gritar:
- Socorro, Socorro, Socorro ! Estou perdido, que ZumZum é esse, que entrou no meu ouvido. Zum, Zum, Zum.E saiu em disparada pelo meio da estrada.
E assim o Coelhinho todo feliz pode voltar para a sua toquinha carregado de cenouras até a ponta do nariz.
E a noite chegou o Cabritinho
- Meeé, Meeé, o Boizinho
- Muuú, Muué , o Gatinho
- Miau, Miau , o Cachorrinho
- Au, Au e o Mosquitinho
- Zum, Zum e fizeram a mais bonita festa, que já se viu no meio da floresta.
Observação: A história pode ser adaptada, fica a critério e criatividade de cada um. No nosso caso vamos começar com todos os animais na platéia, menos o cabra cabrez, para que quando a coelhinha for procurar cada animalzinho da história a criança pode interagir e ajudar a procurar também.

http://rapidshare.com/files/97346324/02_O_Cabra_Cabrez.mp3.html

segunda-feira, 3 de março de 2008

Abuso Sexual Infantil

Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.
O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.
Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.
Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.
Fonte: http://www.virtualpsy.org

Verdades e mitos sobre a violência sexual

A criança não mente ou inventa que é abusada sexualmente = Verdade. Raramente a criança mente. As estimativas de casos fictícios são de apenas 6%.
As vítimas do abuso sexual são oriundas de famílias de nível sócio-econômico baixo = Mito. Níveis de renda familiar e de educação não são indicadores do abuso.
Famílias de classes média e alta podem ter condições melhores para encobrir o abuso. O abuso sexual não se limita ao estupro = Verdade. Além do ato sexual com penetração vaginal (estupro) ou anal, são considerados abuso sexual o ‘voyerismo’, a manipulação de órgãos sexuais, a pornografia e o exibicionismo.
As crianças não têm como se proteger = Mito. As crianças podem ser ensinadas a utilizar seus próprios recursos para sua proteção: dar pontapés, gritar, correr e fugir, procurar ajuda... O mais importante é fazê-las entender que há sempre alguém a quem podem recorrer quando precisarem de ajuda.
Falar abertamente sobre abuso sexual não irá traumatizar a criança = Verdade. O que assusta e confunde as crianças são as orientações vagas, como por exemplo: "não aceite nada de estranhos". Se o tema do abuso sexual for apresentado à criança em termos de sua segurança pessoal, não é mais assustador do que falar dos perigos do trânsito ou da segurança na rua. As fantasias das crianças são por vezes piores do que a realidade. Por isso, a informação concreta, apresentada com sensibilidade, pode dar a elas mais poder pessoal.
Dizer às crianças para se afastarem de estranhos e mantê-las em casa é a forma de proteger contra o abuso sexual = Mito. 75% a 85% dos abusadores são da família da vítima, seus amigos ou conhecidos; 60% dos abusos sexuais acontecem dentro da casa do abusador ou da criança.
As crianças não inventam histórias para se vingar de alguém ou receber atenção = Verdade. As crianças raramente mentem acerca do abuso sexual. As mais novas não compreendem o que isso significa e as mais velhas normalmente estão demasiadamente assustadas e envergonhadas para contarem do que foram vítimas.
O abuso sexual é um acontecimento relativamente raro = Mito. O abuso de crianças é três vezes mais comum do que os maus-tratos físicos. Dados estatístico, que podem estar subestimados (50% a 80% das vítimas não apresentam queixa), indicam que 25% das mulheres foram abusadas quando crianças.
A Gazeta - 31 de outubro de 2006. Por Elisangela Bello

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